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  • Cannabis e as eleições na América Latina

    Cannabis e as eleições na América Latina

    Se em 2018 foi a vez do Brasil, neste momento outros países da América Latina estão no meio de suas campanhas presidenciais para eleições que ocorrem ainda neste mês de outubro. E como vem acontecendo em diversos países ao redor do mundo, a Cannabis tem sido assunto em alguns debates e declarações dos candidatos, o que indica que podemos ter mudanças boas, mas também ruins em algumas nações dependendo do resultado das urnas. 


    Na Argentina, por exemplo, que recentemente realizou sua primeira Expocannabis, o candidato Alberto Fernandéz, de oposição ao atual presidente, quando questionado sobre o tema fez críticas à atual política de drogas que o país adotou assim como o Brasil lá no passado. Liderando as pesquisas de intenções de voto, Fernandéz disse que pretende rever sim a lei para a Cannabis e que a solução não é perseguir consumidores da planta. 

    Vivendo uma crise econômica profunda, uma eventual regulação do comércio da Cannabis poderia ser um alento para o desemprego que atinge a Argentina, que se tornaria o principal mercado legal da América do Sul, já que estamos falando de um dos maiores países do continente. Vale lembrar que os hermanos já autorizaram o cultivo medicinal da planta para produção de medicamentos.



    No Uruguai, o perigo é o retrocesso 


    Se na Argentina uma vitória da oposição poderia representar uma possível mudança positiva nas leis sobre a Cannabis, no Uruguai ela poderia significar um retrocesso no país que foi o 1º do mundo a de fato regularizar o comércio, o cultivo, e o consumo da planta para fins medicinais e recreativos. Lacalle Pou, que é um dos candidatos diz ser favorável ao cultivo, mas que a regulação fracassou no combate ao tráfico, e que é provável que faça alguma mudança caso seja eleito, embora não diga exatamente quais pontos.

    Já Ernesto Talvi, outro candidato de oposição defende que deve haver mais controle e conscientização, mas não ameaça efetivamente a legislação sobre atual sobre o tema. Enquanto isso, quem defende o legado de Mujica e sua lei para a Cannabis é Daniel Martinéz.



    Mujica que regularizou a Cannabis no Uruguai com Fernandéz, candidato na Argentina

    A Bolívia é uma incógnita


    País bem diferente dos demais da América Latina por conta da sua forte cultura indígena presente em praticamente toda a população, a Bolívia também tem eleições este ano, mas segue sendo uma incógnita quando o assunto é Cannabis. Isso porque a planta ainda divide muitas opiniões no país, e por lá pouco se fala no assunto. Apesar disso, o presidente Evo Morales que busca uma nova reeleição é um forte crítico da guerra às drogas no mundo, mas muito por conta da criminalização da folha de coca, sagrada  e medicinal para boa parte do povo boliviano. 







    Guilherme Darros

    Jornalista e produtor de conteúdo

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