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  • Não há interesse em baratear Cannabis Medicinal no Brasil

    Não há interesse em baratear Cannabis Medicinal no Brasil

    Em entrevista para o portal de notícias Cidade Verde, o presidente da Associação Cannabis Medicinal do Piauí (ACMP), Pedro Alencar, confirmou o que todo mundo já sabe: não há um real interesse em tornar o acesso ao uso medicinal mais barato no Brasil.


    Hoje em dia, mesmo com avanços na autorização e no número de medicamentos possíveis,  pacientes brasileiros são obrigados a comprar remédios com Cannabis importados, já que o cultivo e produção é proibido no Brasil.


    Com isso, acabam precisando pagar preços exorbitantes e muitas vezes ficam sem fazer o tratamento com a planta. E estamos falando de remédios que poderiam ser feitos aqui no país sem qualquer problema. 


    Na entrevista, Pedro Alencar, que é engenheiro agrônomo, afirmou que existe o interesse das grandes indústrias farmacêuticas em controlar a produção desses medicamentos, lucrando sozinhas com esse uso medicinal da planta. Ele lembrou que 100 ml da substância importada pode chegar a custar até R$ 3 mil, algo inacessível para grande parte da população.


    Além disso, o processo para importação é muito mais burocrático do que seria se os remédios fossem produzidos nacionalmente. Sem falar na possibilidade de gerar empregos, renda e também de exportar ao invés de importar. 


    Para combater isso, associações como a de Cannabis Medicinal do Piauí, e outras em diferentes estados, realizam cursos ensinando como fazer o cultivo e a extração do medicamento. 


    As associações são fundamentais para tornar o uso medicinal acessível para cada vez mais pacientes e devem ser fortalecidas e autorizadas a fazerem esse trabalho de ajudar pessoas que não conseguem pagar um tratamento que vem de fora, mas que poderia ser feito em casa. 


    Fonte: https://cidadeverde.com/noticias/369090/nao-ha-interesse-em-baratear-a-cannabis-medicinal-diz-presidente-da-associacao

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