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    Torcidas canábicas no futebol

    “Vasconhaaaaa, Vasconhaaa, Vasconha, sem maconha o Vasco não ganha”. A música entoada pela torcida do Vasco e que pode ser ouvida na transmissão dos jogos em São Januário mostra que Cannabis, futebol e torcida tem tudo a ver.


    Afinal, quem já foi em um estádio de futebol no Brasil sabe que sempre vai ter alguém apertando ou tocando fogo em um verdinho para diminuir a tensão. 


    Um exemplo disso é a própria Vasconha, essa torcida que reúne vascaínos e amantes da planta para apoiar o time com letras como essa que citamos. Porém, as torcidas canábicas estão presentes em outros clubes também. 


    No caso da galera da Vasconha, uma bandeira com a imagem do Pepe Mujica, ex-presidente que legalizou a Cannabis no Uruguai serve para identificar o grupo. Já no estádio do Internacional, tem torcedores que se identificam através de uma faixa escrita “Roots”, com as cores do reggae.


    No Botafogo, tem a Botaboldo, no Corinthians tem a Fiel Fumaça, no Palmeiras tem a Rasta Alviverde. Conhece alguma outra torcida que leva o amor pelo clube e pela erva?


    Além da Vasconha, outras também falam da Cannabis nas suas músicas. A do Inter, por exemplo, canta “vem com a banda, que segue o Inter fumando ganja”. A Fiel do Corinthians canta “"Raro prazer, sabor de emoção, fumar maconha e torcer pro Coringão". A torcida do Santos também lembra da erva: “Domingo eu vou na Vila Belmiro, vou ver o time que Admiro. Eu vou levar maconha e poeira”. 


    Pelo mundo todo temos exemplos dessa relação saudável e que ajuda a unir torcedores e usuários. Uma pena que essa combinação ainda seja ilegal no Brasil, enquanto no Uruguai já é possível assistir o time jogar fumando um baseado tranquilamente. 


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