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  • Jamaica e Cannabis: uma relação histórica

    Jamaica e Cannabis: uma relação histórica

    Se perguntar para um consumidor de Cannabis quais países ele sonha em conhecer, provavelmente a Jamaica vai estar na lista. Isso porque embora não tenha regularizado o comércio da planta recentemente e nem tenha uma legislação  tão liberal como alguns estados americanos e o Uruguai, a ilha caribenha é conhecida por se dar muito bem com a erva há décadas.

    E como no dia 6 de agosto o país comemorou 57 anos da sua Independência, nada melhor do que falar dessa relação histórica entre Jamaica e Cannabis. Uma relação que envolve cultura, religião, música, e muita fumaça.

    A chegada da Cannabis na Jamaica


    Assim como em outras partes do mundo, a Cannabis chegou na Jamaica trazida da Índia. Isso porque quando os escravos negros se rebelaram contra o império britânico, que na época dominava a ilha, os proprietários de terras começaram a levar indianos para trabalhar nas lavouras jamaicanas. Esses serviçais trouxeram consigo a “Ganja”, que inclusive é um termo indiano para se referir à erva.


    Logo ela se tornou popular na ilha, sendo consumida pelos negros que agora eram livres, e também por jovens e trabalhadores em geral. E assim como aconteceu em outros países, inclusive o Brasil, esse uso causou revolta nas autoridades da época que decidiram proibi-la na Jamaica em 1913. Porém, já era tarde demais e a planta já estava enraizada na cultura do povo do país. Uma raíz que se tornou ainda mais forte com a união da música e da religião.




    A religião Rastafari e o reggae de Bob Marley


    Entre 1925 e 1930, a Cannabis continuava proibida e sua criminalização era focada principalmente no povo negro que resistia. Foi nesta época que distante dali, na Etiópia, no continente africano, um imperador negro chamado Haile Selassie tomava posse. Logo, ele se tornou o “Deus” ou “Jah” de um movimento religioso surgido na Jamaica que consistia na crença de que os negros seriam levados de volta para África, sua terra de origem e o paraíso, longe daquela “babilônia” onde eram perseguidos e obrigados a trabalhar incansavelmente.


    Essa religião Rastafari fazia uso ritualístico da erva, considerada uma planta de cura e sagrada, consumida para fins de purificação e limpeza da mente e da alma. E com o crescimento da consciência dos negros em relação à sua situação, ela só foi crescendo e recebendo mais adeptos fazendo com que o planta também fosse cada vez mais comum e consumida na Jamaica, mesmo que proibida.


    Porém, foi anos mais tarde, e por conta da música, que o Rastafarianismo ficou conhecido no mundo todo, com a ascensão mundial do ritmo Reggae na voz do seu principal nome, o cantor Bob Marley que era um seguidor da filosofia Rastafari e consumidor da planta, além é claro de jamaicano.  Foi ele quem ajudou a tornar a ligação entre Jamaica e Cannabis ainda mais popular, colaborando também para o crescimento da própria religião.



    A relação entre Jamaica e Cannabis hoje
     

    Por mais que seu consumo tenha sido historicamente tolerado, e muito comum justamente pela forte presença da cultura Rastafari no país, foi somente em 2015 que a Jamaica descriminalizou de vez a posse e consumo da planta para fins medicinais e religiosos. Mesmo assim, hoje e ao longo das últimas décadas, sempre foi muito fácil ver plantas de “ganja” pelo país e também encontrar uma boa para fumar.


    Além disso, o que colaborou para que a Cannabis crescesse tão bem na ilha foi seu clima que pode ser aproveitado legalmente em breve, pois o país deve liberar licenças para cultivo e produção no país.

     

     

     

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